
“Ele já teve a sua primeira visita consular. Foi-lhe concedida e ele aí falou com um responsável da Venezuela e pôde manifestar tudo o que quis, porque é uma visita autorizada pelo Direito Internacional”, explicou Diosdado Cabello, segundo declarações recolhidas pela cadeia de televisão VTV.
Cabello, que não especificou a data da visita consular, tinha expressado preocupação com este direito, uma vez que a Venezuela não tem nem embaixada nem consulado nos Estados Unidos desde 2019, após a rutura das relações bilaterais e o reconhecimento norte-americano do então opositor venezuelano Juan Guaidó.
Maduro declarou-se não culpado perante um Tribunal Federal do Distrito Sul de Nova Iorque, em janeiro, pouco depois de ter sido capturado pelas forças dos Estados Unidos na capital venezuelana, Caracas, juntamente com a sua esposa, no dia 03 daquele mês, por acusações relacionadas com o tráfico de drogas.



