22 março, 2026

Pároco dinamarquês compara posse de imagens pedófilas a coleção de selos



O religioso, identificado como Tom Thygesen Frederiksen, de 60 anos, admitiu a posse das imagens durante o julgamento no tribunal de Naestved, no sul da Dinamarca, informou a agência de notícias dinamarquesa Ritzau, que relatou que o homem afirmou “lamentar profundamente” o que fez.

Aproximadamente 700 das imagens foram classificadas como da categoria mais grave, retratando cenas de violência ou coação.

A polícia descobriu o material durante uma busca à casa do pastor, em maio de 2024, após uma denúncia de um serviço de partilha de ficheiros.

Thygesen Frederiksen alegou que nunca pagou pelo conteúdo e que nunca sentiu atração sexual por crianças, mas admitiu ter desenvolvido um vício em pornografia depois de clicar num ‘link’ com “fotos proibidas”.

“Havia um fascínio porque era proibido”, argumentou.

Quando questionado sobre a razão para ter descarregado uma quantidade tão grande de ficheiros, respondeu que era “como colecionar selos — mas de uma forma completamente inadequada”.

O homem, que liderava grupos de assistência pastoral para crianças, foi suspenso do seu cargo de pastor paroquial antes de se demitir.

A acusação indicou que pretende pedir uma pena de pelo menos seis meses de prisão, segundo a agência Ritzau.

A decisão será anunciada a 25 de fevereiro.

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