
Os manifestantes exibiam faixas nas quais se podia ler “Não à guerra” e apelos à “Paz” e ao fim da escalada bélica no Médio Oriente.
Desde a estação ferroviária de Atocha até à Porta do Sol, ouviram-se gritos contra a guerra no Irão e contra a intervenção ordenada pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e com a intervenção de Israel, e também ‘slogans’ contra o fascismo.
O porta-voz da Assembleia Internacionalista “exigiu que se ponha fim à escalada militarista” e reclamou “o embargo de armas ao Estado de Israel”, que qualificou como “um dos principais atores nesta nova escalada armamentista”.
“Acreditamos que é uma escalada que deve ser parada, que apenas nos conduz a mais guerras, a destruição e morte que não faz qualquer sentido e que apenas reflete os interesses de uma minoria militarista que quer levar a guerra adiante”, afirmou o porta-voz da organização durante a manifestação.
Também em Valência, uma manifestação sob o lema “Não à guerra” percorreu o centro desta cidade no sudeste de Espanha para mostrar a oposição a qualquer intervenção militar que “viole a soberania dos povos e ignore o Direito internacional”.
Convocada por movimentos sociais, sindicatos e partidos de esquerda, a manifestação, que contou com a participação de milhares de pessoas, segundo a Delegação do Governo, serviu para condenar a “aliança bélica entre Israel e Estados Unidos”.
Os organizadores consideraram esta aliança uma “ação conjunta desenvolvida na impunidade, que vulnera o direito internacional e condena à barbárie toda a região perante a passividade cúmplice da comunidade internacional”.
Na convocatória, afirmaram opor-se “a qualquer intervenção militar que viole a soberania dos povos” e defenderem “o direito à autodeterminação”, denunciando que o aumento da despesa militar “significa cortes em direitos sociais”.



