5 maio, 2026

Israel aprova construção de nova embaixada dos EUA no sul de Jerusalém



Esta decisão surge na sequência de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter reconhecido a Cidade Santa como capital de Israel, no seu primeiro mandato, em 2017.

 

“Numa altura em que Israel e os Estados Unidos estão lado a lado na campanha contra o regime terrorista iraniano, a decisão assume uma importância especial e constitui mais uma prova da solidez da relação, da aliança inquebrável, dos valores partilhados e da parceria estratégica entre as nossas duas nações”, afirmaram as autoridades israelitas num comunicado conjunto.

No texto, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Gideon Saar, e o ministro da Construção e Habitação, Haim Katz, sublinharam que se trata de um “passo importante”, uma vez que conclui “um processo histórico” iniciado com “a corajosa e histórica decisão” de Trump de “reconhecer Jerusalém como a capital de Israel”.

Para os governantes israelitas, esta medida “constitui uma expressão tangível, fundamental e a longo prazo do compromisso dos Estados Unidos com Jerusalém como capital de Israel e com a solidez da relação especial entre os dois países”.

Os três transmitiram também os seus agradecimentos ao atual embaixador norte-americano em Israel, Mike Huckabee, pela sua “estreita cooperação”, e aos funcionários do Departamento de Estado que trabalharam para promover a decisão.

Segundo o diário The Times of Israel, a embaixada será construída na base militar abandonada de Allenby, nos arredores do bairro de Talpiot, entre a rua Hebron, a rua Hanoch Albek e a rua Daniel Yanovski, uma área situada dentro da Linha Verde de 1949 que separa Israel da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental.

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