
“Após uma análise inicial, foi determinado que esta fotografia mostra um soldado israelita em missão no sul do Líbano”, escreveram as Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês), na rede social X.
“Serão tomadas medidas apropriadas contra os envolvidos, de acordo com as conclusões da investigação”, acrescentou o exército, assegurando que estava a tratar o assunto com “o máximo rigor”.
As IDF reiteraram o compromisso de “ajudar a comunidade a recolocar a estátua no seu lugar” e afirmaram que não tinham “qualquer intenção de danificar as infraestruturas civis, incluindo edifícios ou símbolos religiosos”.
A imagem tem circulado amplamente nas redes sociais desde que o jornalista palestiniano Yunis Tirawi a partilhou no domingo.
Following the completion of an initial examination regarding a photograph published earlier today of an IDF soldier harming a Christian symbol, it was determined that the photograph depicts an IDF soldier operating in southern Lebanon.
The IDF views the incident with great… https://t.co/U6P3x8KWBb
— Israel Defense Forces (@IDF) April 19, 2026
A fotografia ostra um soldado israelita, empunhando um longo martelo, a golpear o rosto de uma estátua de Jesus Cristo crucificado que tinha sido retirada da cruz, deixando-a de cabeça para baixo no chão. A fotografia foi tirada num espaço aberto, não dentro de uma igreja.
Segundo Tirawi e o jornal israelita Yedioth Ahronoth, a estátua estava localizada na aldeia de Debel, na região centro-sul do Líbano, que continua sob ocupação militar israelita.
As tropas israelitas permaneceram na zona e demoliram mais casas no domingo, de acordo com a agência de notícias oficial libanesa ANI.
Israel assumiu o controlo de várias áreas no sul do Líbano, um bastião do Hezbollah, depois de o movimento pró-Irão ter atacado Israel a 02 de março, em retaliação pela ofensiva israelo-norte-americana contra o Irão. Um cessar-fogo entrou em vigor no Líbano na sexta-feira.




