
O Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul detetou o lançamento, segundo a agência noticiosa.
Em 09 de abril, a Coreia do Norte reconheceu ter realizado vários testes com mísseis nos últimos dias, incluindo um com um míssil balístico equipado com uma ogiva de fragmentação, confirmando as denúncias feitas anteriormente pela Coreia do Sul e Japão.
Posteriormente, em 15 de abril, o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, alertou em Seul para um “aumento muito preocupante” da capacidade de a Coreia do Norte produzir armas nucleares.
A Coreia do Norte estará a operar várias instalações de enriquecimento de urânio, uma etapa fundamental no fabrico de ogivas nucleares, segundo estimativas dos serviços de informações sul-coreanos.
Entre as instalações em causa conta-se o complexo nuclear de Yongbyon, que terá sido desmantelado por Pyongyang após negociações e reativado em 2021.




