
“A reparação dos danos nas instalações de GNL levará três a cinco anos. Isto terá repercussões para a China, Coreia do Sul, Itália e Bélgica”, disse o ministro qatari da Energia, Saad Sherida Al-Kaabi, em comunicado.
“Isto significa que seremos forçados a declarar força maior até cinco anos em alguns contratos de GNL de longo prazo”, acrescentou o ministro, referindo-se ao termo jurídico que significa que eventos fora do controlo do país podem impedi-lo de atingir as suas metas de exportação.



