
Além de defender um cessar-fogo imediato, completo e incondicional, a resolução, apoiada por 107 países, reitera o apelo para uma paz abrangente, justa e duradoura, em conformidade com o direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas.
Reitera ainda o apelo à troca completa de prisioneiros de guerra, à libertação de todas as pessoas detidas ilegalmente e ao regresso de todos os civis transferidos ou deportados à força “como um importante medida de fomento da confiança”.
A resolução em causa, apresentada pela Ucrânia e patrocinada por dezenas de países, incluindo Portugal, obteve 107 votos a favor, 12 contra e 51 abstenções.



