30 abril, 2026

Veja 5 curiosidades sobre Shamell, que terá sua última temporada



(FOLHAPRESS) Shamell Jermaine Stallworth, um nome que não será esquecido no NBB. Maior cestinha da história da liga com 9.945 pontos, o ala/armador norte-americano anunciou, antes do início deste NBB, que irá encerrar sua carreira ao final da temporada.

 

O jogador chegou ao Brasil em 2004, quando ainda nem havia NBB, para jogar no Araraquara. Esse passo mudou sua carreira e foi o início da trajetória de um ídolo. Confira 5 curiosidades do jogador que se tornou uma lenda do basquete brasileiro.

1. Divisão quase igual entre cestas de dois e três pontos

Shamell está perto dos 10 mil pontos, mas o que chama a atenção é que quando se analisa quantos pontos foram do garrafão, do perímetro ou lances livres, a diferença entre cestas de dois e três pontos é baixa.

Ele tem 4.071 pontos em arremessos de três, e 4.048 em ações no garrafão. Ele é o único atleta do NBB a ter mais de mil pontos e a diferença entre os dois fundamentos ser menor que 100.

2. Não passou no ‘teste’ para a NBA

Assim como muitos jogadores de basquete norte-americanos, Shamell queria jogar na maior liga do mundo, mas acabou não dando certo. O próprio já contou que chegou a participar de treinamentos, mas acabou não prosseguindo. Segundo ele, alguns aspectos pesaram como ter começado um pouco mais tarde na modalidade e a questão física.

“Cheguei a tentar jogar na NBA, fiz até uns três ou quatro testes, mas não rolou. Na época eu era magrinho. Era bom de bola, mas era muito magro pra jogar na NBA. Até que gostaram de mim, mas havia outros caras mais prontos”, disse Shamell, em entrevista no ano de 2015.

3. Presidente do ‘Time Mundo’

Desde o começo do NBB, Shamell sempre se destacou nas temporadas e sempre foi chamado para o Jogo das Estrelas, somando 14 participações. Tanto no formato antigo quanto no atual, os estrangeiros que chamavam a atenção jogavam pelo Time Mundo.

O novo formato com quatro times estreou em 2021, e o jogador sempre era o capitão. Ele até chegava nas finais mas não ganhava, porém, tudo mudou neste ano, quando diante de um ginásio do Ibirapuera lotado, seu time venceu com duas grandes apresentações e a lenda pôde finalmente comemorar o título do evento como capitão, justamente na sua última edição como jogador.

4. Tempo na China ajudou no retorno ao Brasil

Após jogar em Araraquara, o jogador foi para a Croácia, onde foi atleta do Zadar KK. Em 2008, foi jogar na China pelo Zhiejang C. Porém, ele não se adaptou, ficou apenas dois meses no país asiático e resolveu voltar para o Brasil.

Ainda em 2008, ele foi para o Limeira, onde foi campeão paulista e, na temporada seguinte, se transferiu para o Pinheiros. Daí em diante, o resto é história.

5. Camisa aposentada

No basquete, quando um jogador marca sua história em um time, ele tem a camisa aposentada, como o caso da camisa 14 de Oscar Schmidt. Com Shamell, não foi diferente.

Em 2025, o camisa 24 se tornou o primeiro jogador do Mogi a ter a camisa aposentada. A homenagem foi feita pelo time paulista quando o seu time, o Caxias do Sul, foi jogar contra o Mogi, na casa do adversário, no primeiro turno do atual NBB, quando o jogador já havia anunciado sua aposentadoria.

Leia Também: Grêmio tem desafio no Chile diante do Palestino pela Copa Sul-Americana



Noticias ao Minuto

error: