
“Hoje, mais do que nunca, apelamos a que se consolide a paz no país, a união nacional, a reconciliação, o perdão e o reencontro entre todos e todas. Que ninguém se afaste do caminho do diálogo”, escreveram.
As mensagens surgem dois dias depois de ter acontecido, num tribunal federal de Nova Iorque, a segunda audiência do processo contra Nicolás Maduro e Cilia Flores, acusados de crimes relacionados com o narcotráfico.
Ambos foram capturados a 03 de janeiro em Caracas, numa operação militar do Exército norte-americano que envolveu cerca de 150 aviões e helicópteros, além de tropas no terreno.
Maduro é acusado nos Estados Unidos de quatro crimes: três de conspiração para cometer narcoterrorismo, importação de cocaína e posse de metralhadoras e engenhos explosivos; e um quarto crime de posse de armas. Cilia Flores, por sua vez, está acusada de dois crimes.
Na primeira comparência, a 5 de janeiro, Maduro declarou-se inocente e classificou-se como um prisioneiro de guerra.
Desde a captura de Maduro, a administração dos Estados Unidos e o Governo da presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez, aproximaram posições e, no início de março, restabeleceram formalmente as relações diplomáticas entre ambos os países, quebradas desde 2019.




